Ocupações nas Escolas e Universidades


Os protagonistas da cena são os estudantes secundaristas se colocam como protagonistas do debate sobre os rumos da educação pública no país. Estudantes e professores neste cenário em defesa de uma educação melhor, mais valorizada capaz de fazer a diferença frente às questões sociais do país.

A plateia de estudantes, professores, políticos, e sociedade envolvidos nas ocupações. O participante observa o desfecho das reivindicações silenciosamente.

O roteiro surge a partir da liberdade de expressão, numa linha de responsabilidade cívica estudantil, bem como que as vozes dos estudantes e professores ecoam em todo território nacional, após as primeiras ocupações aconteceram em São Paulo em protesto ao fechamento de dezenas de escolas, depois para o Sul do País, depois a reforma do ensino médio e a PEC do Teto de Gastos 241 (55) que praticamente congela todos os investimentos para a educação, saúde e segurança.

Os produtores ou roteiristas da cena são, professores e estudantes das escolas e universidades brasileiras, em buscam discussão para tais transformações sociais. Logo ao início das ocupações, os estudantes organizaram muitas cenas promovidas e dirigidas por professores, UNE, Sindicatos de Classes e pela sociedade como um todo, pois a sociedade se encontra em uma situação de conhecimento e autonomia e não em estado de submissão e ignorância, traduzidas em manifestação.

As cenas impactam diretamente na discussão da educação no Brasil a procura de sensibilizar as novas gerações de estudantes e sociedade, estimulando a participação o senso crítico para uma melhor educação da comunidade estudantil. Entre tudo o modo dos políticos conduzirem a questão da educação trouxe um impacto negativo para sociedade, fazendo com que seja reavaliado o interesse próprios e partidário na política.





Arivaldo Bispo

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